Em ano de Jogos Olímpicos de Inverno e de Campeonato Mundial de Futebol, Hard, Fast and Beautiful: Desporto no Cinema relaciona duas paixões que raramente se imaginam associadas: a paixão pela arte e pelo desporto. Em dez sessões, o programa apresenta um conjunto de obras de cineastas e de artistas que, de modo complementar, dialogam entre si para debater temas e contextos sociopolíticos suscitados por diversas modalidades desportivas. Com estes filmes, associamo-nos a olhares atentos e problematizadores, que incidem sobre os universos de alguns dos principais desportos, individuais e coletivos, mas também sobre a complexidade do desenvolvimento pessoal e profissional atlético.
Revelando a capacidade de o desporto convocar multidões e pessoas aficionadas em todo o mundo, muitas vezes quebrando fronteiras e regras que se previam inultrapassáveis, estes filmes interpretam a dimensão ética do esforço, da superação e da resiliência, ao mesmo tempo que evidenciam a capacidade de a imagem em movimento captar os corpos desportivos, com mestria técnica, emoção e beleza.
Adotando o título do filme de Ida Lupino de 1951 sobre uma jogadora de ténis e o seu lugar no mundo da competição, Hard, Fast and Beautiful percorre décadas, géneros e culturas de cinema para nos falar, principalmente, sobre a transcendência através do desporto.
Curadoria de André Gil Mata, Cláudia Varejão, Guilherme Blanc e Nuno Crespo

Offside, Jafar Panahi, 2006
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Em ano de Jogos Olímpicos de Inverno e de Campeonato Mundial de Futebol, Hard, Fast and Beautiful: Desporto no Cinema relaciona duas paixões que raramente se imaginam associadas: a paixão pela arte e pelo desporto. Em dez sessões, o programa apresenta um conjunto de obras de cineastas e de artistas que, de modo complementar, dialogam entre si para debater temas e contextos sociopolíticos suscitados por diversas modalidades desportivas. Com estes filmes, associamo-nos a olhares atentos e problematizadores, que incidem sobre os universos de alguns dos principais desportos, individuais e coletivos, mas também sobre a complexidade do desenvolvimento pessoal e profissional atlético.
Revelando a capacidade de o desporto convocar multidões e pessoas aficionadas em todo o mundo, muitas vezes quebrando fronteiras e regras que se previam inultrapassáveis, estes filmes interpretam a dimensão ética do esforço, da superação e da resiliência, ao mesmo tempo que evidenciam a capacidade de a imagem em movimento captar os corpos desportivos, com mestria técnica, emoção e beleza.
Adotando o título do filme de Ida Lupino de 1951 sobre uma jogadora de ténis e o seu lugar no mundo da competição, Hard, Fast and Beautiful percorre décadas, géneros e culturas de cinema para nos falar, principalmente, sobre a transcendência através do desporto.
Curadoria de André Gil Mata, Cláudia Varejão, Guilherme Blanc e Nuno Crespo
André Gil Mata
Realizador, argumentista, produtor e diretor de fotografia (São João da Madeira, 1978). Estudou matemática e trabalhou em fotografia e teatro. Foi curador do Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira entre 2001 e 2008. Fundou o laboratório de fotografia e cinema Átomo47 e a produtora de cinema Bando à Parte. Realizou as curtas-metragens Arca d’Água, Casa, O Coveiro, Num Globo de Neve e Pátio do Carrasco e as longas-metragens Cativeiro, How I Fell in Love with Eva Ras, A Árvore e Sob a Chama da Candeia. Em 2020, cofundou, no Porto, a Rua Escura, cooperativa de cinema, onde tem produzido os seus filmes, bem como os de outros realizadores.
Cláudia Varejão
Cláudia Varejão nasceu no Porto em 1980 e é cineasta. É autora da trilogia de curtas-metragens Fim-de-semana, Um Dia Frio e Luz da Manhã, e dos documentários Ama-San, No Escuro do Cinema Descalço os Sapatos, Amor Fati, Kora e Haverá Eleições. Estreou a sua primeira longa de ficção Lobo e Cão no 79.º Festival de Veneza e recebeu o prémio máximo da secção Giornate Degli Autori. O seu trabalho, seja no cinema ou na fotografia, no documentário ou na ficção, vive de um exigente olhar político e poético, sempre aliado à intimidade que estabelece com as suas personagens.
Nuno Crespo
Nuno Crespo é curador, crítico de arte, investigador e diretor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. É licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. As suas atividades de investigação têm sido direcionadas para o cruzamento entre arte, arquitetura e filosofia, bem como para as possibilidades de exercício do pensamento crítico. Tem dedicado artigos a autores como Adolf Loos, Aldo Rossi, Immanuel Kant, Peter Zumthor, Ludwig Wittgenstein e Walter Benjamin. Entre as suas publicações, destacam-se trabalhos sobre Adriana Molder, Aires Mateus, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höfer, Daniel Blaufuks, Rainer Werner Fassbinder, Gerhard Richter, Luísa Cunha, Pedro Costa, Rui Chafes e Vasco Araújo, entre outros, bem como os livros Corpo Impossível (2006), Wittgenstein e a estética (2011), Julião Sarmento: Olhar animal (2013), Textos Públicos. Arte Portuguesa Contemporânea 2003–2023 (2024), entre outras obras por si editadas. Em prolongamento das suas atividades de investigação, é crítico de arte e fez a curadoria de diversas exposições. É curador-chefe da Trienal Art Cut – Trienal de Arte das Universidades Católicas.
Programa completo
Phantoms of Nabua, Apichatpong Weerasethakul, 2009
Offside, Jafar Panahi, 2006
Palombella rossa, Nanni Moretti, 1989
Vive le Tour, Louis Malle, 1962
The Great Ecstasy of Woodcarver Steiner, Werner Herzog, 1974
Belarmino, Fernando Lopes, 1964
Evasi, Franco Piavoli, 1964
Garrincha, Alegria do Povo, Joaquim Pedro de Andrade, 1963
Muhammad Ali, the Greatest, William Klein, 1969
Hard, Fast and Beautiful!, Ida Lupino, 1951
Pumping Iron, George Butler e Robert Fiore, 1977
Tokyo Olympiad, Kon Ichikawa, 1965
Double Strength, Barbara Hammer, 1978
Cassandro, the Exotico!, Marie Losier, 2018
Chariots of Fire, Hugh Hudson, 1981
Goshogaoka, Sharon Lockhart 1977
Sessões
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Famílias
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