


Programa:
Esta sessão leva-nos de volta a janeiro de 1959, quando o Cineclube do Porto exibiu a mesma seleção de curtas-metragens de Norman McLaren, um dos nomes mais inventivos do cinema de animação. Fascinado pelo movimento, McLaren desenhava, riscava e gravava diretamente na película, dispensando a câmara tradicional. De Dots a Blinkity Blank, passando por Begone Dull Care e Boogie Doodle, o multipremiado animador escocês transformava som — sobretudo jazz, do qual era fã — e imagem em pura energia rítmica. Em Neighbours, a experimentação formal combina-se com uma alegoria antiguerra de grande impacto, enquanto, em A Chairy Tale, o absurdo torna-se físico num duelo coreografado entre homem e cadeira.
Sessões
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